Por José Ricardo Pinto
O ministro da fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta segunda-feira (22/05/12) um corte no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos carros nacionais. A medida é para incentivar o consumo e aumentar o número de vendas.
Os carros com motores de até 1.000 cilindradas, chamados de populares, passa de 7% para zero. Carros flex de até 2.000 cilindradas, cai de 11% para 5,5%, enquanto que os de até 2.000 cilindrada movidos apenas à gasolina tiveram redução de 13% para 6,5%. Já para os veículos utilitários a queda foi de 4% para 1%.
A preocupação do governo brasileiro é que a crise econômica mundial, sobre tudo europeia, não atinja nosso país. Por isso as taxas de juros estão caindo, dia após dia. A situação é inversa se compararmos com o ano passado, quando o governo, com medo da inflação, aumentou a taxa de juros e restringiu ao máximo o acesso ao crédito.
Ao invés de aumentar os juros e restringir o crédito, com casso do ano passado, o governo deveria ter incentivado a produção. Com mais produtos em circulação não haveria inflação. Agora, com incentivo ao consumo, o problema pode ser a inadimplência.
De qualquer modo, certa ou errada, a equipe econômica do governo está atenta aos acontecimentos, tanto internacionais quanto nacionais e está agindo. Se vai dar certo, só o tempo dirá isso.
O ministro da fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta segunda-feira (22/05/12) um corte no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos carros nacionais. A medida é para incentivar o consumo e aumentar o número de vendas.
Os carros com motores de até 1.000 cilindradas, chamados de populares, passa de 7% para zero. Carros flex de até 2.000 cilindradas, cai de 11% para 5,5%, enquanto que os de até 2.000 cilindrada movidos apenas à gasolina tiveram redução de 13% para 6,5%. Já para os veículos utilitários a queda foi de 4% para 1%.
A preocupação do governo brasileiro é que a crise econômica mundial, sobre tudo europeia, não atinja nosso país. Por isso as taxas de juros estão caindo, dia após dia. A situação é inversa se compararmos com o ano passado, quando o governo, com medo da inflação, aumentou a taxa de juros e restringiu ao máximo o acesso ao crédito.
Ao invés de aumentar os juros e restringir o crédito, com casso do ano passado, o governo deveria ter incentivado a produção. Com mais produtos em circulação não haveria inflação. Agora, com incentivo ao consumo, o problema pode ser a inadimplência.
De qualquer modo, certa ou errada, a equipe econômica do governo está atenta aos acontecimentos, tanto internacionais quanto nacionais e está agindo. Se vai dar certo, só o tempo dirá isso.
Um comentário:
Acho que agora vou trocar de carro.
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